Quando procurar um cardiologista

  • Dor no peito, aperto ou queimação, especialmente relacionada a esforço.
  • Falta de ar desproporcional a atividade que você faz.
  • Palpitações, batimentos irregulares ou acelerados.
  • Desmaio ou quase desmaio.
  • Pressão alta, diabetes, colesterol elevado, tabagismo ou obesidade.
  • Histórico familiar de infarto ou morte súbita em parentes de primeiro grau, sobretudo antes dos 55 anos nos homens e 65 nas mulheres.
  • Sopro cardíaco ou alteração encontrada em exame de rotina.
  • Avaliação pré-operatória ou liberação para atividade física intensa.

Como é a consulta

A avaliação inclui uma história clínica detalhada — sintomas, hábitos, medicamentos em uso, antecedentes pessoais e familiares — seguida do exame físico com aferição da pressão, ausculta cardíaca e pulmonar e avaliação dos pulsos periféricos.

A partir daí são definidos os exames necessários, que podem incluir eletrocardiograma, ecocardiograma, teste ergométrico, Holter, MAPA, exames de sangue, angiotomografia de coronárias ou, quando indicado, o cateterismo cardíaco.

O que levar na consulta

  • Documento de identidade e carteira do convênio, se houver.
  • Lista de todos os medicamentos em uso, com doses — ou as próprias caixas.
  • Exames anteriores, mesmo antigos: eletrocardiogramas, ecocardiogramas, exames de sangue, laudos de cateterismo ou cirurgias prévias.
  • Relatórios de internações anteriores.
  • Suas dúvidas anotadas. É fácil esquecer perguntas importantes na hora.

Áreas de atuação clínica

Além da hemodinâmica, o atendimento clínico contempla:

  • Doença obstrutiva das coronárias — angina estável e instável, acompanhamento pós-infarto e pós-angioplastia.
  • Doenças valvares — estenose e insuficiência aórtica e mitral, seguimento e definição do momento da intervenção.
  • Cardiopatias estruturais e congênitas no adulto — CIA, FOP e outras condições tratadas por cateter.
  • Controle de fatores de risco cardiovascular.